Estilos de liderança: descubra qual é o seu

O desenvolvimento de grandes gestores é de uma notoriedade extraordinária no mercado de trabalho, já que sem líderes eficazes, o negócio estará fadado ao fracasso. Assim, cada vez mais, as empresas buscam desenvolver estilos de liderança que sejam efetivos para melhorar resultados e guiar o caminho dos seus colaboradores na busca pela alta performance.

São inúmeros os desafios provocados pela intensa concorrência mercadológica, mas empreendedores perspicazes percebem que, ao encontrarem bons gestores, têm mais possibilidades de contornar as disputas, tamanho é o impacto que lideranças eficazes provocam no ambiente de trabalho e na gestão dos resultados.

Pensando nisso, vamos abordar alguns dos principais estilos de liderança existentes e explicar as características de cada um deles dentro do cenário organizacional. Saiba mais lendo a seguir!

Os estilos de liderança

Democrática

Forma de gestão baseada na mediação dos posicionamentos dos liderados, de modo que todos possam participar de forma ativa nas deliberações da empresa. Aqui, o líder é muito mais do que aquele chefe a quem se deve obediência cega: é uma figura que ouve e incentiva o debate de ideias por todos os membros do time.

Uma liderança democrática busca, primeiramente, a sinergia no posicionamento de toda a equipe. Esse tipo de perspectiva afeta, de forma muito positiva, a satisfação e a motivação dos colaboradores, que se sentem valorizados pelo gestor e pela própria organização em que trabalham.

Além disso, a imagem de um líder democrático faz com que os funcionários se sintam à vontade para expor opiniões, ideias ou insatisfações, desenvolvendo uma comunicação seja mais clara e objetiva. Aqui, os feedbacks são constantes e regulares para que os membros do time percebam aonde precisam melhorar.

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Liberal

A liderança liberal é focada, primordialmente, em proporcionar total liberdade para que a equipe tome decisões e solucione os problemas da organização. Entre os estilos de liderança, o liberal é aquele que não necessita de uma pessoa para representar o líder, pois pressupõe que os colaboradores já têm maturidade suficiente para entrarem em consensos sem a supervisão de outros.

A liberalidade, pode também trazer alguns problemas. Isso porque a falta de vigilância e de acompanhamento nem sempre é uma boa opção para qualquer tipo de organização.

Muitos colaboradores podem se sentir desmotivados e diminuírem a produtividade quando não estão sendo avaliados por ninguém, e isso é assustadoramente comum. Sendo assim, é muito importante conhecer bem a equipe antes de implementar este tipo de estratégia.

Coaching

Você certamente já deve ter ouvido a palavra “coaching” em algum momento nesse novo cenário da economia global, certo? Acontece que, realmente, esse tem sido um assunto muito difundido e utilizado pelas organizações antenadas nas tendências de gestão mais promissoras.

Um gestor com habilidades de coaching consegue focar a sua liderança nas pessoas e nos resultados que a empresa pretende alcançar. Dessa forma, fazendo treinamentos com a equipe para o desenvolvimento de habilidades e competências afim de melhorar continuamente o rendimento do pessoal.

Além disso, um líder coach é capaz de conduzir seus liderados na descoberta de novos talentos e no aprimoramento de capacidades já conquistadas, gerando ganhos tanto para a empresa, quanto para os colaboradores. Tudo isso influencia no clima organizacional, que se torna muito mais receptivo e produtivo, já que todos se sentem devidamente valorizados.

Situacional

Como o próprio nome sugere, esse estilo de liderança encontra o seu eixo nas situações cotidianas. Ele também considera o grau de maturidade dos colaboradores, uma estratégia extremamente adaptável às diversas circunstâncias que surgem no ambiente corporativo.

As demandas rotineiras de uma empresa são várias, não é mesmo? Dessa maneira, podemos afirmar que um gestor situacional é aquele que consegue “se colocar” frente aos acontecimentos que lhe sejam apresentados, assumindo diversos papéis de acordo com o que o contexto exige.

Para que esse tipo de liderança seja implementada em organização, é necessário, antes de qualquer coisa, avaliar o nível de maturidade do líder e dos liderados, a fim de se perceber se essa é a melhor opção.

Como se tornar um bom líder

O bom líder é aquele que consegue conduzir o seu grupo com maestria evitando, ao máximo, conflitos entre os membros da equipe. É bem verdade que algumas pessoas já apresentam sinais de que “nasceram para liderar”, mas a boa notícia é que essa habilidade pode ser desenvolvida por todos com algum estudo e dedicação.

Para conquistar esse posto, é fundamental buscar qualificações. Afinal, ser bom no que faz é um pré-requisito de uma liderança eficiente, não é mesmo? Por isso, se você deseja ser uma inspiração, invista no seu desenvolvimento para adquirir mais experiência no seu ramo de atuação.

Um bom líder precisa desenvolver algumas características indispensáveis, como:

Esses atributos podem ser plenamente ampliados por meio de treinamentos comportamentais que visam a melhoria da performance e da capacidade de inovação. E, para que isso aconteça, é fundamental buscar uma organização de confiança e que tenha metodologias comprovadas.

Como você pôde perceber ao longo do texto, conhecer o seu perfil para lidar com os colaboradores no dia a dia é essencial para melhorar o ambiente de trabalho, assim como para formar equipes de excelência.

Pesquisas VitalSmarts

Para alcançar os melhores resultados, busque, primeiramente, descobrir em qual dos estilos de liderança você se encaixa. Após, procure formas de se aprimorar para que essa ocupação se torne um verdadeiro exemplo para os liderados.

Sabendo a importância de compreender a si e à sua equipe, que tal conhecer as diferentes gerações que integram o mercado de trabalho atual? Dessa forma, você vai conseguir melhorar, ainda mais, a comunicação da sua equipe.